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 Cáritas Diocesana de Campina Grande tem novo presidente

 Cáritas Diocesana de Campina Grande tem novo presidente

Com foco na missão da Cáritas, que visa a dignidade humana e mantem o olhar voltado às pessoas em maior vulnerabilidade, o diácono permanente Ricardo Soares será, durante o biênio 2020-2022, o presidente da Cáritas Diocesana de Campina Grande. O novo gestor foi eleito na última semana, em reunião que contou com a presença do bispo diocesano Dom Dulcênio Fontes de Matos, do Vigário Episcopal para a Caridade, Justiça e Paz, o Padre Sergio Leite, do secretário regional da Cáritas NE2 diácono Antônio Lisboa e demais membros atual diretoria do Organismo.

Segundo o secretário, o novo presidente já conhece bem os trabalhos porque atuou recentemente na vice-secretaria da Cáritas na cidade paraibana. Na oportunidade, Antônio Lisboa falou dos trabalhos e das diretrizes que a entidade vem desenvolvendo nesse novo momento de valorização e compromisso com o valores evangélicos, assim como tratou da nova missão na Cáritas Regional NE 2 em parceria e apoio às entidades membros como a Diocese de campina Grande.

Para os religiosos presentes na reunião, a missão da Cáritas é relevante uma vez que representa a igreja na dimensão social e trabalha na defesa dos direitos humanos, da segurança alimentar e do desenvolvimento sustentável solidário. Por seu caráter social, a Cáritas de Campina Grande será acompanhada também pelo Vicariato da Caridade, Justiça e Paz, que tem a frente o Padre Sérgio Leite. De acordo com o Vigário Episcopal, a Cáritas será fundamental para ajudar os crucificados deste tempo e, sobretudo, as demais pastorais sociais na captação de recursos que possibilite a realização de ações em benefício dos mais pobres.

Presente na eleição, o articulador pedagógico da Cáritas na Paraíba, José Wellington, ressaltou que a Entidade tem desenvolvido ações junto à comunidade empobrecida, como o apoio prestado aos catadores de materiais recicláveis em Campina Grande, onde atende quatro cooperativas. Para ele, a atuação é junto aos excluídos e excluídas, em defesa da vida e na participação da construção solidária de uma sociedade justa, igualitária e plural será uma das tarefas do novo gestor.


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