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Documentário Vindas e Vidas é exibido para o clero da Arquidiocese de Olinda e Recife

Documentário Vindas e Vidas é exibido para o clero da Arquidiocese de Olinda e Recife

Presbíteros, diáconos e convidados para a reunião do Clero da Arquidiocese de Olinda e Recife tiveram a oportunidade, na manhã desta terça-feira (04), de aprofundar questões de migração e refúgio, em especial sobre a situação dos venezuelanos que estão na capital pernambucana. O debate a respeito das condições de vida dos que chegam do país vizinho aconteceu após a exibição para os religiosos e leigos, do documentário Vindas e Vidas, produzido pelo Ministério Público Federal em parceria com a Cáritas Brasileira Regional Nordeste 2 e Universidade Católica de Pernambuco.

Em consonância com as orientações do Papa Francisco, no tocante ao processo migratório em todo o mundo, os representantes da Igreja Católica presentes no Centro de Pastoral Arquidiocesano Dom Vital, localizado no bairro da Várzea, assim como da Cáritas, enquanto organismo da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), voltaram o olhar para a forma como os migrantes e refugiados estão sendo acolhidos, protegidos, promovidos e integrados na cidade.

A secretária da Cáritas Brasileira Regional Nordeste 2, Neilda Pereira, presente no encontro presidido pelo arcebispo de Olinda e Recife, Dom Fernando Saburido, analisou que a produção do documentário pode ajudar a população a entender que os venezuelanos saíram do país de origem não por opção, mas por falta de condições de vida no país assolado pela maior crise humanitária da América do Sul. Mas, além disso, a secretária entende que o filme pode influenciar as organizações públicas, igreja e sociedade civil para que todos se unam na realização de ações em benefício desses cristãos.

“Esse documentário registra a união de forças e de esforços na promoção da caridade e da solidariedade necessárias para o atendimento aos que chegam. A Cáritas segue à disposição, enquanto igreja que vai ao encontro dessas pessoas para contribuir como for necessário. Nosso desejo e luta é que cada irmão e irmã seja bem acolhido e assim todos possam reconstruir as suas vidas”, completa Neilda.


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