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Espaço Agroecológico Dona Mira, em Garanhuns, apresenta experiência assessorada pela Cáritas NE2

Espaço Agroecológico Dona Mira, em Garanhuns, apresenta experiência assessorada pela Cáritas NE2

Com o intuito de fortalecer as ações junto aos povos e comunidades tradicionais, agentes Cáritas do Regional NE2, realizaram uma visita de monitoramento a comunidade Quilombola de Estivas, em Garanhuns, para conhecer a Unidade Demonstrativa Territorial (UDT), no Espaço Agroecológico Dona Mira.

A visita teve início com a presidente da Cáritas Diocesana de Garanhuns, Aparecida Nascimento, apresentando os participantes e na sequência houve apresentação do grupo de dança afro “Negras Unbutu”.  Em seguida a agricultora, Rosa da Silva, relatou a satisfação em fazer parte do projeto de implementação da UDT e do biodogestor, e o quanto esse projeto vem transformando sua vida principalmente agora com o aumento no valor do gás de cozinha.

Ela também pontuou que no início da implantação não conseguia acreditar como as fezes de animais iriam virar gás, e aquecer suas panelas para o preparo dos alimentos. “Depois do projeto pronto e todos os equipamentos instalados fiquei eternamente grata, e por onde passo falo da experiência com as ações da Cáritas”, declara.

Finalizando o momento, a secretária executiva da Cáritas Regional NE2, Neilda Pereira, ressaltou a importância da organização da comunidade para debater os temas de interesse coletivo, e o empenho e dedicação nas ações, e como a Cáritas Regional tem contribuído para esse desenvolvimento. Em seguida conheceram os canteiros tipo mandala, viveiro de galinhas e a farmácia viva, onde os residentes da  sétima turma de saúde da Universidade de Pernambuco ( UPE), Campus Garanhuns, estão participando ativamente do manejo e cultivo agroecológico.

Segundo a assessoria técnica da Cáritas, “ participar de atividades como esta é importante para mantermos um elo entre a comunidade, e a Cáritas. É através dessas visitas que surgem novas oportunidades de projetos e o fortalecimento dos já executados e existentes”, conclui Ávila Pontes.

 

 

 


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