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Rede de Comunicadores da CBNE2 define metas e prioridades para 2025

Rede de Comunicadores da CBNE2 define metas e prioridades para 2025

Sustentabilidade, formação e articulação com o clero foram as três prioridades apontadas pela Rede de Comunicadores da Cáritas Brasileira Regional Nordeste 2 (CBNE2) para atuação conjunta em 2025. Criada no final do ano passado, a rede conta com representantes de 13 entidades membros que compõem o Regional NE2 nos estados de Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte, para garantir uma Comunicação integrada e fortalecida. A definição das prioridades é um dos frutos do Encontro de Avaliação e Planejamento para 2025 realizado nos dias 13 e 14 de fevereiro em Pernambuco.

Foi consenso entre os participantes o reconhecimento dos avanços obtidos em apenas quatro meses de existência da rede. Mas os desafios também são muitos. E um dos mais citados foi a necessidade de mobilizar recursos e atrair novos voluntários. “O desejo de atuar e construir uma Comunicação forte e incidente é tão grande quanto a angústia de não ter como fazê-lo por ter uma equipe pequena para a quantidade de demandas”, desabafou Doralice dos Santos, da Fundação Monsenhor Petronilo Pedrosa, em Nazaré da Mata (PE).

Para enfrentar este desafio, uma das metas traçadas foi a de pensar, junto com toda a equipe da CBNE2, em projetos para fortalecer a Comunicação e em campanhas estratégicas para mobilização de recursos e de voluntários.

Como segunda prioridade, os participantes do encontro citaram a necessidade de qualificar a equipe, tanto no que se refere à produção midiática – em seus diversos meios, quanto aos temas institucionais e transversais, que dizem respeito à identidade da Rede Cáritas e à comunicação que queremos construir. O compartilhamento de experiências das diversas entidades membros e dos comunicadores que constituem a rede também foi destacado como um meio de alavancar esta formação.

O terceiro foco de atuação parte do princípio de que Cáritas é Igreja e, como tal, é preciso reforçar a comunicação e articulação com o clero e com cada diocese, cada paróquia, cada pastoral.

Uma agenda de reuniões também foi traçada: com encontros mensais on line, e reuniões presenciais de monitoramento, no meio do ano; e de avaliação, no final do ano. A primeira delas acontece no dia 21 de março e vai definir as propostas de execução dos objetivos planejados.

Ao final do Encontro, apesar da angústia causada pelo desejo de fazer mais, uma palavra define o sentimento dos participantes: Esperança: “Quando a gente suspirar
por uma boa lembrança
e sempre que caminhar
pegar a mão de quem cansa
enquanto a gente for Cáritas
aqui existe esperança”, escreveu o poeta Severino Pinheiro, da Cáritas Arquidiocesana de Natal (RN) e integrante da Rede de Comunicadores.


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